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domingo, 4 de dezembro de 2011

Fantástico - Brasil Sem Cigarro - Episódios de 06/11/2011 à 27/11/2011



Você quer parar de fumar? Pois você pode. O Doutor Drauzio Varella está lançando no Fantástico a campanha Brasil sem Cigarro.

A série tem o objetivo de ajudar os dependentes de nicotina a abandonar o vício. O tema foi escolhido porque, segundo relatório do INCA de 2008, o Brasil tem 25 milhões de fumantes e o cigarro é a droga que mais vicia porque provoca a síndrome de abstinência em minutos.

O próprio Drauzio Varella foi fumante por 19 anos e conseguiu abandonar o vício há mais de 20 e para ele uma das dicas mais importantes é marcar uma data para começar o desafio.












Aceite o desafio, ainda da tempo! Pare agora de fumar!

Site oficial: Campanha Brasil Sem Cigarro

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Conexão Repórter - Tráfico de Drogas

 

Programa Conexão Repórter, exibido em 03/05/2010. Nessa edição o programa exibido no SBT teve como tema: A rota do tráfico.

 

O Conexão Repórter faz uma longa investigação sobre a origem da cocaína. Na Colômbia, vai a um território onde nem mesmo o exército americano consegue combater as plantações e mostra quem são os agricultores e como o tráfico internacional alicia essas pessoas, além da vida de quem foi expulso de suas terras pelo narcotráfico.


De barco, a equipe atravessa a temida fronteira Brasil, Peru e Colômbia até chegar em Manaus, principal destino de quase toda a coca produzida no mundo, e entrevista narcotraficantes responsáveis pela entrada da droga no Brasil. Eles revelam como subornam policiais, seus armamentos e lucro que conseguem. No Peru, Roberto Cabrini descobre os portos por onde a droga chega pelo rio e vai parar nas mãos dos traficantes cariocas. Na Bolívia, a facilidade no plantio. No terceiro maior produtor de coca no mundo, o programa mostra também como agem as mulas (o ritual de engolir cápsulas). Ainda, Cabrini cobra as autoridades, que admitem: "A guerra contra o tráfico não tem fim".

 

Confira o programa em 5 partes nos vídeos a seguir:

 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A história de Johnny

A seguir, um dos momentos da oficina realizada pelo subgrupo de reinserção social, do PET-Saúde Metal: Crack, Álcool  e outras drogas, no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPs ad) de Jequié-BA). Neste momento foi apresentado a historia de Johnny através de um vídeo e em seguida proposto a elaboração de cartazes com imagens, palavras ou desenhos que expressassem os medos e dificuldades dos usuários do serviço para o retorno de uma vida que cada um almeja ter.

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Johnny conheceu as drogas com 12 anos de idade, quando entrou para o ensino médio de uma escola pública da sua cidade. Era considerado um dos melhores alunos de sua sala, que era composta por garotos mais velhos que repetiam o ano e que já estavam envolvidos com o mundo das drogas.

 

Johnny começou achar um charme usar o cigarro comum, segundo ele se sentia mais homem e cobiçado pelas mulheres, assim como mostrava os comerciais da televisão. Depois Johnny passou usar o álcool na companhia dos amigos, até que um dia teve a coragem de saciar sua curiosidade e experimentou um cigarro de maconha oferecido por amigos e gostou. A partir daí, foram cerca de quatro anos fumando maconha com uma frequência cada vez maior. Aos 17 anos, a maconha já não fazia mais o efeito esperado e decidiu partir para a cocaína.

 

Durante todo o tempo em que esteve envolvido com drogas, Johnny perdeu as amizades, as boas oportunidades nos estudos e, principalmente, a confiança da família. A desconfiança chegou ao ponto de todas as bolsas e os pertences de valor serem escondidos quando ele entrava em casa.

 

Mas com a ajuda da família, que decidiu dar apoio ao tratamento e incentivou a internação, Johnny aceitou ser ajudado e se tratou por nove meses. Para ele, assim como período da gestação, era a criação de uma nova vida. Johnny já sabia que voltar para a sociedade e ser considerado um cidadão comum não seria fácil. Ao chegar em seu bairro percebeu que não era bem visto pela comunidade. As pessoas o olhavam como um criminoso, a família não dava mais a mesma confiança de antes e conseguir o emprego para retomada de sua vida era o desafio maior.

 

Devido a tantas dificuldades Johnny não suportou. Após três meses do término de seu tratamento ele teve uma recaída que fez com que ele usasse o crack e mais cocaína, chegando ao ponto de ir buscar drogas em favelas durante a madrugada ou tentar agredir a mãe, pela falta de dinheiro.

 

Certo dia Johnny estava só em casa, sentiu um vazio dentro de si e refletiu sobre tudo aquilo que acontecia na sua vida. Lembrou do tempo de criança e de todo amor com que era tratado por sua família e sentia saudades da liberdade que tinha de fazer suas escolhas, o que já não podia mais fazer, já que era escravo da sua vontade, dominada pelas drogas. Johnny então pediu a Deus forças para escrever uma nova história.

 

Johnny, por vontade própria, foi então a procura do CAPs ad, um novo serviço de Atenção a Saúde voltada para usuários de drogas, que tinha chegado recentemente em sua cidade. O CAPs ad caiu com uma luva para Johnny, ele não precisava se afastar de sua família para ser tratado. Participava das oficinas e compartilhava experiências com os demais companheiros, preparando-se para enfrentar as mesmas dificuldades de outrora e começar a construir uma nova vida.

 

Veja o vídeo apresentado na oficina através do download nos links a seguir:

 

Tamanho: 14,4 MB

Formato: WMV

Servidores: 4Shared ou ShareX (Link direto)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fantástico - Os Efeitos do Oxi




Programa Fantástico, exibido em 22/05/2011. Nessa edição o programa exibido pela Rede Globo, reservou  uma de suas reportagens para falar sobre o OXI, droga de baixo custo e altos danos, que vem se alastrando pelo Brasil.

Confira a reportagem em vídeo ou texto.


http://www.youtube.com/watch?v=Z-MYTwhA4s4

O crack apareceu nos anos 80 nos Estados Unidos. Nós não tomamos nenhuma medida preventiva. Sequer educamos as crianças. O que aconteceu? A primeira cracolândia se estabeleceu em São Paulo e a droga se espalhou pelo Brasil inteiro. As estimativas são de que existam 1,2 milhão de usuários de crack pelo país. É uma epidemia. Agora surge o oxi. Uma preparação mais bruta, mais barata da cocaína e ainda mais destruidora do que o crack. É difícil prever o que vai acontecer? Nós vamos assistir passivamente à disseminação do oxi pelo Brasil inteiro? Nós não vamos fazer nada?

"O oxi é um tipo de crack adulterado. Fundamentalmente todos eles vêm da pasta base de cocaína. É fundamentalmente você colocar nesta pasta base ou querosene, ou gasolina ou cal. E você vai transformar de uma forma muito tosca, com uma tecnologia muito tosca, um subproduto do crack, mais adulterado, que tem as características de ser mais barato, mais poderoso, e mais de fácil acesso para o usuário", explica Ronaldo Laranjeira, psiquiatra da Unifesp.

O oxi entrou no Brasil há sete anos pelas fronteiras que o Acre faz com a Bolívia e o Peru. Ficou restrito ao norte do país até este ano, quando se espalhou por diversos estados. A primeira apreensão de oxi na cidade de São Paulo foi em março deste ano de 2011. É possível que o oxi já existisse antes?

"Eu acredito firmemente nisso. É muito provável que esse produto já estivesse em circulação pelo menos naquela região da cracolândia há mais tempo", acredita Wagner Giudice, diretor do Denarc.

Quando você fuma o oxi, o querosene provoca náuseas, vômitos, tosse, sensação de sufocamento, tremores e até convulsões. Os vapores de cal irritam os olhos, provocam perda parcial da visão e cegueira. O oxi queima por onde passa. Boca, garganta, brônquios e pulmões ardem. Você pensa que está fumando cocaína, mas na verdade está se envenenando com querosene e cal.

"Quando ele vai ser queimado fica o resíduo da não queima de parte da querosene. A fumaça que sai é a fumaça que vai ser inalada. Querosene, cal. E nós temos o resíduo que sobra, uma espécie de uma graxa. O cheiro de combustível pela queima do querosene. A sobra é esse líquido oleoso, conhecida como oxi ou oxidado porque ele fica realmente oxidado", explica um delegado.

"Eu acredito que o oxi pode alcançar muito rapidamente os consumidores de crack. O crack alcançou mais de 90% das cidades brasileiras por ser uma droga conhecida como barata. O oxi é mais barato do que o crack", acredita Wagner Giudice, diretor do Denarc.

"Fizeram uma pesquisa de um ano com cerca de cem usuários e constataram que, em um ano, 30% desses usuários acabaram morrendo em razão dos efeitos dessa droga lá no Acre. Hoje, o oxi chega em uma zona onde o pessoal já está com graves problemas de saúde. A maioria dos que estão na Cracolândia sofre de AIDS, sofre de tuberculose, e, por incrível que pareça, sarna, em razão da promiscuidade que eles estão vivendo. Então o oxi entrando em um campo desses realmente vai causar mais malefícios", alerta Reinaldo Corrêa, delegado do Denarc.

Marcos Antônio é um usuário de oxi e crack em tratamento. A dependência o fez roubar objetos da família e morar na Cracolândia.

"Passei três noites lá. Eu vi crianças de 7 anos de idade na fissura, ameaçando pessoas para dar um trago. Por ele ser muito barato, está entrando como uma avalanche no mercado. Lá na Cracolândia você compra trago por R$ 0,50. A gente se sente uma escória, a gente se sente um verme ali",
conta Marcos. "Vi que eu precisava me internar no momento em que vi meus filhos abandonados. Tenho duas filhas adolescentes."

Uma droga devastadora como o oxi destruirá um número incalculável de usuários e famílias. Dependência química não é caso de polícia. É doença que precisa ser enfrentada com medidas preventivas e assistência médica para tratamento dos dependentes. Estamos diante de uma tragédia anunciada: o oxi. Ainda dá tempo para reagir.

domingo, 8 de maio de 2011

Conexão Repórter - OXI, Uma Droga que Ameaça


Programa Conexão Repórter, exibido em 11/11/2010. Nessa edição o programa exibido no SBT teve como tema: OXI, Uma Droga que Ameaça.

Conexão Repórter apresenta uma investigação inédita e exclusiva sobre uma nova droga que ameaça o país: o Oxi. Roberto Cabrini e sua equipe percorrem as fronteiras do Brasil e mostram que droga é essa, como ela funciona no organismo, porque está avançando rapidamente no Brasil e como entra no território nacional.
Confira o programa em 4 partes nos vídeos a seguir:









No site do Conexão Repórter você também encontra um texto com a reportagem na integra alem de outras informações.

Vale a pena conferir!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Relato - Como o tráfico pode atrair você?

Em mais um relato retirado do site A Casa Caiu, veja como Maria Clégia, hoje, em liberdade, foi atraída pelo tráfico de drogas, e seu relato de quando passou longos anos encarcerada no Conjunto Penal de Jequié.




quinta-feira, 21 de abril de 2011

Profissão Repórter - Álcool e os Jovens


Mais um programa Profissão repórter, exibido em 19/04/2011. Nessa edição vem trazendo o assunto Jovens e o Álcool.

"O Profissão Repórter foi às ruas para investigar porque o jovem brasileiro está bebendo cada vez mais cedo e cada vez mais.Em São Paulo, universitários esvaziam garrafas e garrafa em vez de estudar. Em Porto Alegre, os jovens vão para a noite, mas não conseguem se divertir. Em Bragança Paulista, em uma festa de peão de boiadeiro, cerca de 20 atendimentos ocorrem em 40 minutos, e o descontrole faz lotar o posto médico. Pais e universidade falam sobre abuso de álcool entre jovens."

Confira o programa em 4 partes nos vídeos a seguir:









  • Entidades voltadas ao atendimento de alcoólicos e familiares


Grupo de pessoas que se reúne diariamente para dividir suas experiências alcoólicas com os colegas. Nos depoimentos, os membros e visitantes falam sobre o que a bebida fez em suas vidas e como deixaram o vício.

Os Alcoólicos Anônimos se encontram para partilhar e manter a sobriedade através da abstinência total de ingestão de bebidas alcoólicas. O A.A. não tem relação com qualquer organização religiosa.


O Al-anon oferece ajudas aos familiares e colegas de alcoólatras. A comunidade é formada por pessoas que dividem, em reuniões semanais, dificuldades em lidar com a doença do alcoólico.

Os alcoólatras não compõem o grupo, pois a comunidade presta assistência aos familiares, que posteriormente com os grupos de auto-ajuda, vão encontrar a melhor maneira de auxiliar a recuperação do dependente.

O Al-anon é uma comunidade espalhada por todo o mundo e está no Brasil há 65 anos.
No site da comunidade, há um mapa do Brasil onde é possível encontrar as unidades nas principais regiões do país.

É um programa de apoio e orientação voltado para os familiares e dependentes químicos.

As reuniões acontecem semanalmente. Nos encontros, são discutidas as dificuldades do próprio dependente e da família em lidar com o vício. Os membros trocam experiências e soluções.

O Amor Exigente existe há 26 anos. Há unidades implantadas em várias regiões do Brasil.


Os núcleos prestam atendimento à saúde mental, desenvolvem acompanhamento clínico e introduz os usuários na sociedade por meio de atividades ligadas ao trabalho, diversão, lazer, convivência familiar e comunitário, e  por meio do exercício dos direitos civis.

O atendimento é realizado diariamente, na tentativa de evitar as internações em hospitais psiquiátricos. Os Centros de Atenção Psicossocial estão introduzidos em todo o país.
Fonte: G1

domingo, 10 de abril de 2011

Relatos - O caminho das más amizades


Jeferson Franklin (hoje, em liberdade) encontrou o caminho ilusório da maconha, cocaína, crack e do cárcere através das más amizades. Assista a entrevista de Franklin, ainda quando estava preso no Conjunto Penal de Jequié.

terça-feira, 1 de março de 2011

Profissão Reporter - Crackolandia

Está foi mais uma das reportagens do programa Profissão repórter, exibido em 16/11/2010, a matéria vem mostrar o que todos nós já sabemos, a triste realidade cada do crack vez mais comum em nossa sociedade. Mas a pergunta é: o que você tem feito? Muitos dizem que são incapazes de mudar a realidade, isso só vem comprovar que é mais fácil fechar os olhos e conformar-se do exercer uma ação efetiva contra essa realidade assombrosa que é o crack.








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